Pesquisar Este Blog Clique Aqui Ó

Ganhar Dinheiro



sábado, 31 de março de 2012

Raios, Relâmpagos e trovões

Raio e Trovões (meteorologia)

Um raio é uma descarga elétrica que se produz pelo contato entre nuvens de chuva ou entre uma destas nuvens e a terra. A descarga é visível a olho nu, com trajetórias sinuosas e de ramificações irregulares às vezes com muitos quilômetros de distância até o solo. Este fenômeno produz um clarão conhecido como relâmpago e também uma onda sonora chamada trovão.


Raios atingindo a Torre Eiffel no ano de 1902
Alguns afirmam que foram os raios que, ao causar incêndios tiraram os primatas das árvores e mais tarde mostraram aos primeiros humanos a importância do fogo.
Desde a antiguidade os raios encantam e assombram a humanidade com seu aspecto ameaçador e ao mesmo tempo intrigante, que acabou por ser incorporado nos mitos e lendas como elemento de demonstração da existência de deuses poderosos como o grego Zeus e o nordico Thor, por exemplo.
Benjamin Franklin comprovou a hipótese da origem elétrica dos raios concebendo os pára-raios com a finalidade de proteger as edificações da ação dos raios.
Foi no século XVIII praticamente o início do estudo sistemático da eletricidade. Naquela época não se conhecia uma teoria que explicasse o fenômeno das tempestades e os raios que nelas se manifestavam.


Definição

Um raio é um fenômeno em que para acontecer é preciso que existam cargas opostas entre uma nuvem e o chão, quando isso acontece, a atração é muito forte, então temos uma enorme descarga elétrica.
Existem três tipos de raios classificados pela sua origem, também menos comumente chamados descargas iônicas ou atmosféricas:
  • Da nuvem para o solo.
  • Do solo para a nuvem.
  • Entre nuvens.
A descarga ocorre no momento em que as cargas elétricas (Quantidade de íons: cátions ou ânions) atingem energia suficiente para superar a rigidez dielétrica do ar, de forma explosiva, luminosa e violenta.
O processo ainda não se encontra totalmente esclarecido, havendo controvérsias sobre seu mecanismo de formação, mas sabe-se que, na maioria dos casos, a descarga ocorre após uma concentração de cargas, no qual pode-se falar em centros de concentração, e prossegue em duas fases distintas:
Distribuição da ocorrência de descargas elétrica no planeta
  • Na primeira libertam-se da nuvem várias descargas menores a partir do ar ionizado, criando o precursor da descarga: uma corrente iônica tanto maior quanto mais se aproxima do solo, favorecendo assim o trajeto do raio em formação. O precursor pode ser predominantemente ascendente ou descendente, pois, depende da natureza dos íons que formam a nuvem iônica. Ao ocorrer de um precursor aproximar-se do outro centro de cargas, este induzirá uma formação de um precursor oposto.
  • Quando o precursor completa o contato entre os centros de cargas, ocorre no sentido inverso ao longo daquele trajeto uma corrente aniônica, ou catiônica, dependendo da carga. É esta segunda descarga que vemos e ouvimos, e que irá contribuir para equilibrar as cargas iônicas da nuvem e do solo.
É comum de ocorrer mais de uma descarga através de um mesmo canal, no qual o ar encontra-se parcialmente ionizado. Estas descargas subsequentes são usualmente mais fracas que a primeira descarga.
Em geral, as descargas verticais normalmente predominam na frente de uma tempestade, tomando-se por base o sentido de seu deslocamento.
Os raios horizontais se formam na parte de trás, também levando-se em conta o sentido de deslocamento das massas de ar. Estas estão sempre presentes em qualquer trovoada, e aquecem localmente o ar até temperaturas muito elevadas.
O aquecimento do ar causa a expansão explosiva dos gases atmosféricos ao longo da descarga eléctrica, resultando numa violenta onda de choque (ou de pressão), composta de compressão e rarefacção, que interpretados como "trovão".
Uma tempestade (em algumas regiões, dá-se a nomenclatura "trovoada") típica produz três ou quatro descargas por minuto, em média.


Dimensões de um raio

Raios em Oradea na Romênia
O canal de descarga possui um diâmetro estimado de 2 a 5 cm e é capaz de aquecer o ar até 30.000 °C em alguns milisegundos. Apenas 1% da energia do raio é convertida em ruído (trovão) sendo o resto libertado sob a forma de luz. O raio é uma manifestação de plasma, no qual sua condutividade permite o escoamento da eletricidade entre os centros de carga.
Um raio completamente formado pode conduzir correntes em torno de 10 a 80 kA, mas existem registros em torno de 250 kA, sendo que um raio trabalha com uma tensão elétrica da ordem de 10 MV. A forma da corrente é unidirecional, sendo de polaridade negativa na maioria das ocorrências. A corrente de um impulso atinge seu máximo em , em média, tendo uma duração total do impulso em torno de . A duração total da descarga varia entre 0.1 a 1000ms. Uma descarga pode liberar entre 1 a 40 C de carga elétrica e podendo dissipar uma potência elétrica de até 100 MW.


Formação das descargas

A etapa de acúmulo de cargas que alimentam a descarga é pouco conhecido e de difícil medição, devido ao próprio fenômeno interferir violentamente em qualquer instrumento. Mas o princípio básico é relativamente conhecido:
Na formação da nuvem, ocorrem ciclos de estado da água, que ascende até o topo da nuvem, passa para forma de gelo (incluindo neve e granizo), caindo e voltando para o estado líquido. Neste ciclo ocorre a troca de cargas entre as partículas de água, havendo desequilíbrio e concentrações. Notavelmente observa-se um centro de cargas negativas na parte inferior da nuvem, seguido por um centro de cargas positivas na parte central.
Animação mostrando a interação de cargas elétricasque formam um raio.
Em um limiar de concentração de cargas, e consequentemente a concentração de campo elétrico, ocorre o efeito de avalanche de Townsend, no qual cargas elétricas são liberadas, chocando-se com outras partículas, realizando um encadeamento do processo que irá ionizar o ar. Juntamente com a avalanche, o meio é ionizado pela própria radiação que emite (fotoionização), no qual alimentará a formação de núcleos que formarão o canal da descarga.
A ionização propaga-se em direção ao solo, tendo o nome de precursor descendente. Eventualmente, as cargas elétricas do solo serão induzidas, no qual formarão um processo similar de ionização, chamado de precursor ascendente.
A formação do canal assume um caminho tortuoso, pois é altamente probabilístico (pequenas variações de partículas e cargas no ar), além de assumir ramificações.
Eventualmente os precursores ascendente e descendente se encontrarão, fechando desta forma um circuito elétrico entre nuvem e solo. Neste instante ocorre a fase intensa da descarga, no qual o canal será violentamente aquecido, transformando-se em plasma, elevando desta forma sua condutividade elétrica e possibilitando sustentar a corrente elétrica.
Após a condução parcial da carga elétrica da nuvem, na forma de um impulso rápido, o canal conduzirá uma corrente menos intensa, chamada corrente de continuidade. A seguir, canal se resfriará, finalizando o primeiro impulso.
É comum a ocorrência de novos impulsos pelo mesmo canal de descarga, após um intervalo da ordem de 10 ms. A duração total da descarga, entre impulsos e intervalos, pode chegar a 1 s.
Parte da energia dos raios é consumida na formação do ozônio, na qual 3 moléculas de oxigênio se unem para formar duas de ozônio. Basicamente toda camada de ozônio existente em volta do planeta foi formada utilizando-se da energia dos raios (plasma).


Trovão

Multiplos raios em Swifts Creek, Austrália.
As ondas sonoras geradas pelo movimento das cargas elétricas na atmosfera são denominadas trovões. O trovão é resultado da rápida expansão do ar em virtude do aumento da temperatura do ar por onde o raio passa.


Formação

O trovão é uma onda sonora provocada pelo aquecimento do canal principal durante a subida da descarga de retorno. Devido a alta variação de temperatura no canal, e a subsequente variação da pressão a sua volta, o ar aquecido se expande e gera duas ondas: a primeira é uma violenta onda de choque supersônica, com velocidade várias vezes maior que a velocidade do som no ar e que nas proximidades do local da queda é um som inaudível para o ouvido humano; a segunda é uma onda sonora de grande intensidade a distâncias maiores. Essa constitui o trovão audível.


Características

Raio deixando área sem luz.
Os meios de propagação dos trovões são o solo e o ar. A frequência dessa onda sonora, medida em Hertz, varia de acordo com esses meios, sendo maiores no solo. A velocidade do trovão também varia com o local onde se propaga. O trovão ocorre sempre após o relâmpago, já que a velocidade da luz é bem maior que a do som no ar. O que escutamos é a combinação de três momentos da propagação da descarga no ar: primeiro, um estalo curto (um som agudo ensurdecedor) gerado pelo movimento da descarga de retorno no ar. Depois, um som intenso e de maior duração que o primeiro estalo, resultado da entrada ou saída da descarga no solo e por último, a expansão de sons graves pela atmosfera ao redor do canal do relâmpago. Podemos ter uma percepção do som diferente, mas essa ordem é a mesma.
Logo, é muito perigoso ficar próximo ao local de queda de um relâmpago. A energia acústica ou energia sonora gasta para provocar esses estrondos é proporcional a frequência do som. A maior parte dela, cerca de 2/3 do total, gera os trovões no solo e o restante (1/3) provoca som do trovão no ar. Mesmo assim, eles costumam ser bem violentos, como podemos perceber. Por causa da frequência, os trovões no ar são mais graves (como batidas de bumbo). Aqueles estalos característicos dos trovões, os sons bastante agudos, além de dependerem da nossa distância à fonte, se relacionam com as deformações do canal e de suas ramificações. Quanto mais ramificado o canal, maior o número de estalos no trovão. Se o observador estiver próximo do relâmpago (a menos de 100 metros, por exemplo) o estalo será parecido a de uma chicotada. Isso está associado a onda de choque que antecede a onda sonora.


Duração

A duração dos trovões é calculada com base na diferença entre as distâncias do ponto mais próximo e do ponto mais afastado do canal do relâmpago ao observador. Por causa dessa variação de caminhos, o som chega aos nossos ouvidos em instantes diferentes. Em média, eles podem durar entre 5 e 20 segundos.


Segurança

Os abrigos devem ser procurados em caso indícios de tempestades. Deve ser evitada proximidade com a água e objetos altos, metálicos e eletrodomésticos, mesmo dentro de casa. Ao ar livre, o lugar mais seguro para ficar em caso de raios é dentro de um objeto metálico fechado, como um carro ou avião .


Brasil

Raios durante uma tempestade na Lapa, em São Paulo.
O Brasil é o país no qual mais se registra o acontecimento de raios em todo o mundo. Por ano, cerca de 50 milhões de raios atingem o território brasileiro, estima o Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. É o dobro da incidência nos Estados Unidos, por exemplo. Cada descarga representa um prejuízo de R$ 10 para o setor de energia. Ao todo, os raios causam um prejuízo de R$ 1 bilhão anual à economia do Brasil, apurou o Elat. O setor elétrico é o que acumula mais perdas, com cerca de R$ 600 milhões por ano. Depois seguem os serviços de telecomunicações, com prejuízo de cerca de R$ 100 milhões por ano. Também são atingidos os setores de seguro, eletroeletrônicos, construção civil, aviação, agricultura e até pecuária. Os raios também foram responsáveis por 236 mortes no Brasil em 2008 – o recorde da década.
Segundo o Elat, de 2000 a 2009, 1.321 pessoas morreram atingidas por raios no Brasil. O estudo aponta para a média de 132 mortes por ano. O Sudeste foi a região onde mais pessoas morreram (29%), seguido pelo Centro-Oeste (19%), Norte (17%), Nordeste (18%) e Sul (17%). A maior parte das mortes ocorre na zona rural (61%), contra 26% na zona urbana, 8% no litoral e 5% em rodovias .
Uma explicação para essa grande quantidade de raios deve-se ao tamanho do território, condições climáticas e a ausência de grandes elevações no seu relevo.
O aquecimento global pode levar ao aumento na incidência de raios. Nas estações quentes, a incidência dos raios também aumenta .
A cidade brasileira que mais recebe descargas elétricas é Teresina, capital do Piauí — chegando a ser a terceira cidade do mundo onde mais acontecem sequências de descargas elétricas. Por esta razão, a região recebe a curiosa denominação de "Chapada do Corisco".

sexta-feira, 30 de março de 2012

\m/ Eu Sigo Essa Filosofia \m/

Dá pra acreditar que é grafite?

Sou bem eclético

Que felicidade é essa Rex?

Homens são os melhores cozinheiros

Jeffson Five

Todo mundo tem uma amiga...

É nós na passarela amiga!

Quando vejo em uma placa escrito "CUIDADO,CÃO FEROZ"

Seja Meu Amigo

Aprenda

Tenho Pena dos que vivem com R$ 19 Mil

VALE A PENA. "Cicatrizes"


Um menino tinha uma cicatriz no rosto, 

as pessoas do colégio não falavam com 

ele nem sentavam ao seu lado, na

realidade quando os colegas do col

égio o viam franziam a testa devido a 

cicatriz ser muito feia… Então a turma 

se reuniu com o professor e foi sugerido 

que aquele menino da cicatriz não 

frequentasse mais o colégio, o professor 

levou o caso à diretoria do colégio. A 

diretoria ouviu e chegou a seguinte 

conclusão: Que não poderia tirar o 

menino do colégio e que conversaria 

com o menino pra que ele fosse o ultimo 

a estrar em sala de aula e o primeiro a 

sair, desse forma nenhum aluno via o 

rosto do menino, a não ser que 

olhassem pra trás. O professor achou 

magnifica a ideia da diretoria, sabia que 

os alunos não olhariam mais pra trás. 

Levado ao conhecimento do menino da 

decisão ele prontamente aceitou a 

imposição do colégio, mas com uma 

condição: que ele compareceria na 


frente de todos os colegas do colégio, 

para dizer o porque daquela CICATRIZ. 

A turma concordou e no dia seguinte o 

menino entrou e dirigiu-se a frente da 

sala de aula e começou a relatar: – Sabe 

turma, eu entendo vocês. Essa cicatriz é 

muito feia, mas foi assim que eu a 

adquiri:- Minha mãe era muito pobre e 

pra ajudar na alimentação da casa ela 

passava roupa pra fora… eu tinha por 

volta de 7 ou 8 anos de idade…(A turma 

tava em silencio atenta a tudo…) o 

menino continuou: – Além de mim, 

tinha mais 3 irmãozinhos um de 4 anos, 

outro de 2 anos e uma irmãzinha de 

apenas alguns dias de vida..(SILENCIO 

TOTAL NA SALA). Foi aí que não sei 

como a nossa casa que era simples e 

toda de madeira começou a pegar fogo.. 

minha mãe correu ate o quarto em que 

estávamos, pegou meu irmão de 4 anos 

o de 2 anos e eu pelo braço e nos levou 

pra fora, havia muita fumaça, as 

paredes que eram de madeira pegavam 

fogo e estavam muito quentes… minha 

mãe colocou-me sentado no chão do 

lado de fora e pediu que eu ficasse ali 

ate ela voltar, pois minha mãe tinha que 

voltar a casa e pear a minha irmãzinha 

que ainda ficara no quarto em chamas.. 

só que quando minha mãe tentou entrar 

na casa em chamas as pessoas que 

estavam ali não deixaram minha mãe 

pegar minha irmãzinha e via minha mãe 

gritar: “minha filha esta la dentro”! Vi 

no rosto da minha mãe o desespero, o 

horror e ela gritava, mas aquelas 

pessoas não deixavam minha mãe 

buscar minha irmãzinha. Foi aí que 

decidi: Deixei meus irmãos e disse-lhes 

que não saísse de la ate eu voltar, sai 

entre as pessoas e sem que eles 

percebessem eu entrei na casa… Havia 

muita fumaça, estava tudo muito 

quente,mas eu tinha que pegar minha 

irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela 

estava. Quando cheguei ao quarto la 

estava ela enrolada num lençol e 

chorava muito. Nesse momento vi 

alguma coisa caindo e então me joguei 

sobre ela pra protege-la e aquela coisa 

quente tocou no meu rosto. (a turma 

estava quieta, atenta ao menino e 

envergonhada) então o menino 

continuou: Vocês podem ate achar essa 

CICATRIZ feia, mas tem alguém la em 

casa que a acha linda e todos os dias 

quando eu chego, ela minha irmãzinha a 

beija porque sabe que a marca do 

AMOR.

Pra você que leu essa historia ate o fim, 

queria dizer que o mundo esta cheio de 

cicatrizes. Não falo da cicatriz visível, 

mas das cicatrizes que não se veem, 

estamos sempre prontos a abrir 

cicatrizes nas pessoas, seja com 

palavras ou ações. Ha 

aproximadamente 2000 anos JESUS 

CRISTO adquiriu algumas cicatrizes nas 

mãos, pés, corpo e cabeça. Essas 

cicatrizes eram nossas, mas Ele nos 

protegeu e morreu em nosso lugar e 

ficou com todas aquelas cicatrizes. 

Essas também são marcas DE AMOR.



O que fazer quando um vídeo do YouTube está demorando para carregar?

Arme-se contra a lentidão e não sofra mais com travamentos de vídeos. Confira as dicas que preparamos para você.
A utilização do YouTube para assistir a vídeos dos mais variados assuntos é uma prática comum entre os usuários da internet. O site possui mais de 2 bilhões de exibições por dia e, a cada minuto, 24 horas de novos vídeos são adicionados a ele.

O repertório é grande e as funções disponibilizadas pelo serviço, também. Mas existem dias nos quais a conexão não colabora e a utilização de todas as funcionalidades do YouTube prejudica a reprodução dos arquivos multimídia, causando travamentos e demoras absurdas no carregamento. O que fazer quando isso acontece?
Pensando em situações como as citadas acima, o Tecmundo preparou um guia com dicas úteis para não deixar nossos usuários na mão, nos dias em que nada quer funcionar direito no site de vídeos. Confira o pequeno tutorial a seguir e não passe mais apuros!

Implementação do formato HD

Há cerca de três anos, o YouTube adicionou às funções do site a possibilidade de assistir a vídeos em alta qualidade. O recurso é conhecido como HQ (High Quality) ou HD (High Definition). As caixas nas quais as imagens são exibidas deixaram de ter o formato quadrado já conhecido pelos usuários, para assumir a forma widescreen (retangular).

Isso permitiu a adequação de vários arquivos já carregados no site e que estavam no formato alongado, mas não podiam ser reproduzidos dessa forma, pois a tela do YouTube era quadrada. Além de o arquivo perder a qualidade original, a resolução antiga gerava um corte nas imagens exibidas para adaptá-las ao quadrado tradicional. Com a atualização, vieram também mais possibilidades de visualização.
Uma opção útil para os vídeos maiores é a função “Expand”, simbolizada por uma flecha dupla, apontando para baixo e para a direita. Com ela, você pode aumentar o tamanho da tela de exibição. Entretanto, se o carregamento estiver excessivamente lento, é preferível desativar essas funções, a fim de diminuir o tamanho do arquivo a ser exibido, uma forma de aliviar um pouco a velocidade da conexão.

Trabalhando com a resolução dos vídeos

No YouTube, há algumas alterações que podem ser feitas para que o usuário personalize a exibição do conteúdo acessado e evite travamentos e demoras desnecessárias. Para isso, vamos mostrar duas maneiras de modificar configurações, que, apesar de simples, retornam resultados muito bons.

Alterando o tamanho

Uma das medidas mais simples de serem tomadas, quando ocorre lentidão na reprodução de vídeos, é a alteração do tamanho do arquivo exibido. Na interface onde os vídeos são rodados, o usuário tem acesso ao botão de resoluções, situado no lado direito da barra de reprodução.

Clique sobre esse item para abrir as opções disponíveis. Os dois maiores tamanhos (1080 e 720 pixels) são exibidos em HD, portanto, consomem mais banda e tendem a deixar a reprodução mais lenta. Escolha os tamanhos 480 pixels ou menores para exigir menos da conexão e obter melhores resultados em relação à velocidade.
É importante ressaltar que quanto mais baixa a resolução, menos qualidade o vídeo terá. Portanto, recomendamos ao usuário que altere e teste a resolução que melhor equilibra os dois quesitos. Confira, acima, uma comparação entre um vídeo exibidos com 1080 pixels (a mais alta) e com 240 pixels (a mais baixa).

Mudando configurações permanentemente

Existe uma opção nas funcionalidades do YouTube que permite a personalização da velocidade de conexão, bem como escolher o melhor tamanho dos vídeos, considerando as limitações da rede utilizada. Para acessar essa parte, existem dois caminhos e, para ambos, é necessário ser cadastrado no site:
  • Clique no botão no qual as opções de resolução são mostradas, localizado na parte direita do player, e selecione o item “Settings”. Se o usuário ainda não estiver logado, ele é redirecionado automaticamente para uma tela de login. Preencha os campos corretamente para acessar a página de configurações dos vídeos.

  • A segunda forma é acessando diretamente as configurações da sua conta no YouTube. Para isso, clique sobre o seu nome de usuário, localizado na parte superior direita da página, e selecione a opção “Conta”. Nesse momento, o usuário é redirecionado para a página de configurações. Clique em “Configurações de reprodução”, localizado no menu lateral da página.
Nessa página, você pode deixar permanentes algumas mudanças para melhorar a reprodução de vídeos no seu computador. Verifique se no item “Qualidade de reprodução do vídeo” a opção “Sempre reproduzir em alta definição...” não está selecionada. Isso pode tornar a exibição mais lenta do que o normal.

Para quem possui uma conexão normalmente vagarosa com a internet, a opção recomendada é a primeira: “Tenho uma conexão lenta. Nunca reproduzir vídeos de alta qualidade”. Caso você esteja apenas passando por uma lentidão passageira, a melhor opção é a segunda: “Sempre escolha a melhor opção para mim com base no tamanho do meu player”. Ela permite regular a exibição de acordo com a velocidade da sua conexão.

Dê um susto no carregamento de vídeos

Em alguns casos, é possível que a lentidão ou o travamento sejam causados por conta de muitos acessos ao site, o que acaba deixando o servidor do serviço sobrecarregado. Por isso, nessas situações, uma simples alteração pode resolver o problema.
Isso acontece porque toda vez que o usuário acessa um novo link ou faz com que a página se atualize – o que acontece ao mudar a resolução do vídeo – a página é recarregada no servidor e pode cair em uma conexão que não esteja tão lenta. Com isso, a exibição do vídeo pode voltar ao normal. Tente essa alternativa antes de mudar as outras configurações.

comentarios

.